sexta-feira, 28 de outubro de 2016

ESCOLA - Francisco Razzo


O termo "escola" tem origem no grego "scolé", cujo significado primordial é "tempo livre" ou, mais precisamente, "ócio". 

A palavra "escola", em português, origina-se dessa ideia fundamental de "ócio" como abertura para o pensamento. Quem nega o ócio faz um "neg-ócio", ou seja, não se encontra disponível para o tempo do aprendizado, da reflexão, que exige justamente a suspensão de outras atividades menos importantes. 

Um dos sentidos da palavra "ocupação" é justamente o de "negar o ócio". Portanto, quem OCUPA escola nega, em sua raiz e numa espécie de oximoro, a própria ideia de ESCOLA.


sábado, 10 de setembro de 2016

06 CONSIDERAÇÕES sobre o Cristão e a Maconha - Valdeci Santos



Algumas considerações do Prof. Valdeci Santos sobre um assunto que recebo bastante perguntas.
 

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O consumo ordinário da maconha já não é mais considerado uma prática vergonhosa ou marginalizada na sociedade contemporânea, mas apenas uma preferência comum como o tabaco, o café ou o álcool. Essa mudança traz inúmeras consequências e preocupações, especialmente para pais, pastores, conselheiros bíblicos e líderes de igrejas em geral. De certa maneira, representantes desses grupos aguardam um “posicionamento cristão” sobre esse assunto. Porém, o assunto é demasiadamente complexo e controverso para se apresentar uma análise que atenda todas as implicações desse fenômeno. Por isso, o que se apresenta aqui são apenas ponderações iniciais de um assunto que necessita maior discussão.

Na controvérsia sobre a maconha, há alguns que a interpretam como uma droga como qualquer outro medicamento e, portanto, o seu uso não deveria ser discriminado. No entanto, é preciso lembrar que os medicamentos são drogas administradas com o objetivo de reparar ou restaurar as funções normais do corpo humano. Mas a maconha ou outras drogas psicoativas têm o objetivo de ampliar a experiência e sensação e gratificação humana. Além do mais, qualquer droga (legal ou ilegal) auto administrada apresenta um perigo para a saúde do seu consumidor.

Por anos a resposta cristã sobre a maconha foi que o seu uso era pecaminoso por se tratar de uma droga ilegal e que ofende o corpo, o templo do Espírito. Nos últimos anos, porém, essa posição tem sido contestada até em alguns círculos cristãos. Quanto à sua ilegalidade, as manifestações pró-canabis procuram, a todo custo, alterar esse status e muitos argumentam que a legalização traria mais benefício social do que prejuízo. No que diz respeito aos supostos efeitos maléficos no corpo, a erva tem sido apresentada como contendo propriedades medicinais, especialmente útil para tratamentos de casos de dores crônicas. Dessa maneira, a aceitação geral do uso da maconha é mais um fenômeno social a desafiar o cristão a rever ou reafirmar o seu posicionamento sobre o assunto.

O uso e os efeitos da maconha não são estranhos às famílias evangélicas, pois muitos pais se preocupam e se entristecem pelo interesse de seus filhos pela droga. Mães se espantam ao perceber alguns efeitos estranhos da droga, a ponto de, aparentemente mudar a personalidade de seus filhos: vitimizações, explosões de ira, ânsia por doces, indiferença a tudo e a todos, etc. Alguns líderes de igrejas não sabem como proceder ao descobrirem que seus jovens não veem qualquer contradição entre confessar a fé cristã e fumar maconha habitualmente. Porém, não se pode dizer que a juventude seja o único grupo interessado nesse consumo. Há muitos cristãos adultos que também se dizem incertos quanto à proibição do uso da maconha e até outros que fazem uso ocasional da erva. Assim, não é mais possível afirmar que o “perigo mora ao lado”, pois ele já é uma realidade dentro da casa de alguns cristãos.

Apenas para complicar um pouco mais, há até a tentativa de se defender teologicamente o uso da maconha. Nesse sentido, alguns usam certos textos bíblicos que supostamente validariam o seu consumo. Um desses textos é Gênesis 1.29: “E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento”. O argumento frequentemente empregado nesse sentido é: desde que a maconha é uma erva que produz semente, segue-se que o seu consumo é sancionado desde a criação. Todavia, o que é omitido nesse argumento é que na criação o Senhor se referia a ervas comestíveis, enquanto que o meio mais usado para o consumo da maconha é fumando-a. Ainda que alguns misturem essa erva a comidas, como biscoitos e petiscos, etc., o propósito nesses casos não é alimentício, mas a obtenção dos efeitos sensoriais resultantes de seu ingrediente psicoativo (THC). Além do mais, qualquer interpretação correta dos textos bíblicos deve considerar o que foi ordenado antes da queda e o que foi pervertido após a mesma, pois a entrada do pecado no universo alterou a realidade tanto da fauna quanto da flora, micro-organismos e DNAs. De fato, nada é mais como antes!

Alguns defensores do consumo da maconha ainda apelam para a analogia entre a erva e o álcool. De fato, a história bíblica testifica de muitos heróis da fé que ingeriram álcool sem qualquer problema de consciência. Até mesmo o Redentor não se privou de beber o vinho, ordenando, inclusive, que a sua morte fosse relembrada por meio dessa bebida (cf. Mt 11.19 e 1Co 11.24-25). Nesse caso, porém, há que se considerar que uma pessoa pode consumir pequenas quantidades de álcool sem qualquer intenção de se intoxicar, mas ninguém pode fumar maconha sem esse objetivo. Em quase todos os casos do uso recreativo da maconha, a motivação básica é a intoxicação para se obter os efeitos proporcionados por essa erva! No caso do álcool, a pessoa pode ingeri-lo sem a intenção de entorpecimento. De qualquer forma, o cerne da questão será a motivação da pessoa ao usar um ou outro!

Finalmente, ainda que exista muita controvérsia sobre o uso da maconha, é possível estabelecer um consenso sensato a respeito de alguns assuntos relacionados ao uso dessa erva. De fato, há alguns tópicos que são claramente reconhecidos e sustentados por todos e antes de qualquer aprofundamento sobre o assunto eles devem ser lembrados. O consenso em relação a esses itens se fundamenta tanto sobre o senso comum quanto o conhecimento factual sobre a canabis.

1) Em última instância, qualquer pessoa que recorre ao uso de uma substância psicoativa o faz na tentativa de fugir da realidade e criar uma situação mais aceitável aos seus desejos. Não importa se de início isso assuma o formato de busca por aceitação, modismo, curiosidade ou revolta. O fato é que ninguém recorre a qualquer subterfúgio se o seu mundo interior estiver “resolvido” e em “ordem”. Por essa razão, o consumo da maconha ou qualquer outra droga é, de fato, uma rendição aos desejos desordenados do indivíduo e uma busca por uma solução imediata que ao final poderá resultar em maiores sofrimentos.

2) A maconha consumida nos dias atuais é muito diferente daquela que as pessoas fumavam nos anos 60 e 70. A potência presente no produto atual torna a experiência dos seus usuários mais intensa. Além do mais, a crescente competição entre os fornecedores incentiva ao desenvolvimento de um produto mais “forte”, com reações mais rápidas e efeitos colaterais mais nocivos. Hoje, por exemplo, existe a maconha sintética (canabioide sintético), produzida em laboratório, mais barata, mais potente e mais perigosa. (fonte: http://bbc.in/299fbBo)

3) Não há nenhuma droga que altera o humor e o estado mental de uma pessoa que seja inofensiva. Certamente é possível dizer que algumas drogas são menos maléficas do que as outras, mas nenhuma delas é inconsequente. No caso da maconha, ela pode até ser menos nociva do que muitas outras drogas, mas ao final, todas podem se tornar viciantes ou “abrir as portas” para o consumo de outras substâncias mais danosas.

4) Geralmente o consumo de uma droga considerada ilegal aumenta rapidamente após a sua liberação no mercado, mas pode até diminuir com o passar do tempo. Todavia, os problemas domésticos e sociais advindos do seu consumo não acompanham o mesmo processo de interesse, ou seja, eles não diminuem com o passar do tempo. Um exemplo claro disso é o que se vê com o cigarro e o álcool. Além do mais, qualquer tentativa de fugir da realidade ou dos problemas por meio do uso de alguma substância química, acaba se revelando mais problemática, pois após o efeito da mesma, a realidade ainda terá que ser encarada e ela poderá até ter se agravado.

5) Assim como acontece com o álcool, é possível que alguns usuários casuais de maconha não apresentem efeitos prejudiciais imediatos. Todavia, utilizando a mesma analogia do álcool, é possível identificar pessoas que tiveram suas vidas negativamente alteradas pelo uso dessas drogas psicoativas e já não conseguem mais retornar à normalidade passada. Além do mais, ainda que os efeitos físicos não se apresentem imediatamente, as consequências espirituais e relacionais podem ser devastadoras.

6) Com todas as tensões da vida em um mundo caído, é compreensível que as pessoas procurem por uma forma de alívio imediato. No caso da maconha, porém, a proposta do alívio pode se tornar um pesadelo, tanto para a família como para o usuário. A razão para isso é que não existe uma paz que seja gerada por um produto químico e nem tranquilidade duradoura que seja resultante de uma substância externa. A verdadeira paz e tranquilidade são frutos do relacionamento com o Deus da paz, e isso não acontece por uma ingestão, mas conversão e mudança de dentro para fora (Rm 5.1-2). O esforço por se obter alívio na maconha ou qualquer outra coisa que não na comunhão com o verdadeiro Deus, revela uma distorção na adoração, onde se busca na criação aquilo que só o Criador pode conceder.

Concluindo, a popularidade do consumo da maconha é um convite à reflexão e discussão pelas igrejas e pequenos grupos. Nesse sentido, a pior resposta cristã a esse desafio será manter as pessoas na ignorância do mesmo, pois a curiosidade se alimenta da falta de conhecimento. Há que se considerar ainda as maneiras mais eficientes e coerentes com o Evangelho de se oferecer ajuda àqueles que lutam contra a inclinação de se voltarem para essa ou outras drogas. (Via Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper)


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

EPP #195 | O QUE SIGNIFICA BATISMO COM FOGO? - AUGUSTUS NICODEMUS

Plenitude do Espírito, batismo com o Espírito e batismo com fogo: qual a relação? Ouça “Em Poucas Palavras” - http://ow.ly/iBI8303wynZ


A EPIFANIA DE ROBERT MURRAY M'CHEYNE

Foto colhida em perfil público de Jônatas Leite retratando o Complexo do Alemão - Rio.
 

Chalmers [mentor de M'Cheyne] ficou profundamente angustiado com a pobreza nas favelas de Edimburgo [Escócia] e por lá haverem tão poucas testemunhas do Evangelho. Ele estabeleceu a 'Visiting Society' e recrutou M'Cheyne e seus amigos para participarem. Isto colocou M'Cheyne em um mundo que ele nunca tinha visto, sendo ele um estudante universitário de classe média alta.

Isto despertou nele um senso de urgência para aqueles que eram carentes do Evangelho. Em 3 de março de 1834, dois anos e meio em seus estudos de Teologia, ele escreveu:

"Com tais cenas eu nunca havia sonhado antes. Por que eu sou como um estranho para os pobres da minha cidade natal? Eu passei pelas suas portas milhares de vezes. Eu admirava as enormes pilhas pretas de edifícios, com suas chaminés altas que quebram os raios do sol. Por que eu nunca me aventurei a adentrar? Como pode habitar o amor de Deus em mim?

Como é cordial a aceitação até mesmo dos mais pobres e mais repugnantes, à voz simpática do Cristianismo! Que solitária massa de seres humanos amontoados, não visitados por um amigo ou um ministro! “Nenhum homem se preocupa com nossas almas” está escrito em cada testa. Desperte minha alma! Por que eu deveria dar horas e dias a mais para este mundo vão, quando há um mundo de miséria às portas? Senhor, coloca Tua força em mim! Confirme toda boa vontade! Perdoe-me por minha longa vida de inutilidade e loucura."


Fonte: O Estandarte de Cristo

 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

DEIXADOS PARA TRÁS - Por Marcos Granconato

O que aconteceria, na prática, se o dispensacionalismo fosse acolhido pelas igrejas?


1. A idéia de que o pastor é o sumo-sacerdote do Israel atual (a igreja), detentor único da autoridade de dar a bênção apostólica, por exemplo, seria deixada para trás e todos entenderiam que a autoridade do ministro se expressa de outras formas, já que todos os crentes são sacerdotes (1Pe 2.9).

2. A invenção de que o crente deve guardar o domingo como o novo sábado do novo Israel seria deixada para trás, dando lugar ao ensino do NT de que, na atual dispensação, a guarda de dias é opcional, dependendo dos escrúpulos pessoais de cada um (Rm 14.5-7).

3. A crença de que os bebês devem ser apresentados no templo (ou seja, os salões das igrejas) como faziam nos dias do AT seria deixada para trás, havendo o entendimento de que essas práticas cerimoniais não pertencem à presente economia. O máximo que os líderes eclesiásticos fariam, se quisessem, seria informar a igreja de que nasceu um bebê no lar de alguém e orariam pela criança.

4. A prática de circuncidar filhos de crentes por meio do batismo infantil seria deixada para trás, pois, sabendo que a igreja não é Israel, ninguém se veria obrigado a circuncidar ninguém. Tampouco forçariam o conceito de batismo para igualá-lo à circuncisão como fazem os eisegetas reformados.

5. A exigência do dízimo seria deixada para trás, pois saberiam que a era da Lei passou (2Co 3.7-11) e que na presente dispensação as ofertas são voluntárias, sendo preservado o princípio eterno de honrar a Deus com os bens, mas não a norma coercitiva de dar dez por cento de tudo.

6. A alegorização das bênçãos materiais prometidas a Israel (Dt 28.1-14) a fim de aplicá-las à igreja seria deixada para trás, pois haveria clara distinção entre Israel e igreja, estando todos os exegetas livres da necessidade de usar métodos de interpretação espúrios para fazer com que tudo se encaixe dentro do seu sistema preferido.

7. A superstição que propõe que os salões de cultos das igrejas são correspondentes do templo israelita, sendo lugares sagrados ou que devem ser consagrados em cultos especiais seria deixada para trás, sendo substituída pelo ensino de que, na nova dispensação, como disse Jesus, "chegou a hora" em que os adoradores adoram o Pai em espírito e em verdade, no templo do coração (Jo 4.21-24), o que de modo algum anula a necessidade do culto público que, aliás, pode ser feito em qualquer lugar.


Isso tudo explica, em parte, porque o dispensacionalismo é pixado com os mais terríveis adjetivos por muitos líderes evangélicos. Admitir sua veracidade implicaria no reconhecimento de erros cometidos há séculos (um golpe muito forte contra o orgulho) e geraria impactos eclesiásticos e denominacionais extremamente profundos - preços altos demais que poucos estão dispostos a pagar.



Fonte: Perfil Pessoal

 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Leitura: A MORTE DA RAZÃO - Francis Schaeffer

Não faz muito tempo, a razão – nossa capacidade de pensar, avaliar – era a base para a busca da verdade. Não é mais. Hoje, o que vale é “o que você está sentindo no coração”. É assim na música, na TV, no cinema, enfim, no mundo das artes, e também na igreja.

Estamos no século 21 e as pessoas continuam correndo atrás de experiências. Abrem mão de pensar. Mesmo os cristãos apresentam um evangelho com pouco ou nenhum significado, cheio de símbolos e emoções, que, cada vez mais, resulta na “morte” da razão.

Como entender uma sociedade assim e comunicar-lhe o evangelho? Como o pensamento e a cultura moderna chegaram até aqui? A Morte da Razão responde a estas e outras perguntas, e, melhor, mostra tanto o propósito como a esperança que encontramos na reflexão bíblica.



Páginas: 104 / Formato: 14x21
Editora Ultimato | ABU Editora
Preço Médio: R$ 31,60
ASSUNTO: Apologética, Arte e Cultura, Liderança, Vida Cristã




PDF DO LIVRO: 



RESENHA: 



quinta-feira, 14 de abril de 2016

A RELAÇÃO DO CRISTÃO COM O PROCESSO DO IMPEACHMENT


Livro escrito em 1992 por Caio Fábio sobre a relação do Cristão com o Processo do Impeachment.

O Presidente era Fernando Collor de Mello.

PDF liberado pelo próprio autor:

http://caiofabio.net/download/A_Biblia_e_o_Impeachment_Caio_Fabio.pdf

CONFERÊNCIAS TEOLÓGICAS EXCELENTES EM 2016, por Thiago Curvelo



Apesar de todos esses problemas que o Rio de Janeiro tem passado (trânsito, obras, crise no Estado, violência etc) percebi que nossa querida cidade está sendo muito abençoada por conferências teológicas de excelente qualidade esse ano. Segue abaixo a relação delas, a maioria com site e alguns banners.

Uma pena que já perdi algumas que aconteceram nesses últimos meses.

ps: se tiverem outras avisem!
Obrigado Senhor!

Algumas de graça e outras com inscrição em um preço justo para não dizer barato, frente a todo o conteúdo que será ministrado, os DESCONTOS NOS LIVROSSSSSSS e a comunhão com os santos!

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Conferência Vida Nova para a Igreja 
Exposições Teológicas em 1 Pedro
 
Tema: A ética e a esperança em 1 Pedro
 
Local: Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro (Catedral, na Praça Tiradentes) - Entrada Franca. Não precisa fazer inscrição, é só chegar.
 
DIA 29/04/2016 (Sexta)
Franklin Ferreira
20h - Lançamento do livro ”Contra a idolatria do estado”
21:30h - Perguntas e Respostas (mediação: Jorge Patrocínio)

DIA 30/04/2016 (Sábado)
Franklin Ferreira
16:30h - A Ética da Esperança
18h: Perguntas e Respostas (mediação: Isaías Cavalcanti)

DIA 01/05/2016 (Domingo)
Jonas Madureira
19:2h0 – A Doutrina da Esperança 1 (baseada no Comentário Bíblico de 1Pedro - Wayne Grudem)
10:30h – Sermão: A Doutrina da Esperança 2 (baseada no Comentário Bíblico de 1Pedro - Wayne Grudem)
12h – Encerramento


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SEMANA TEOLÓGICA 2016 - PROJETO ÁGUA DA VIDA

TEMA: Livre Exame SIM, Livre Interpretação NÃO. 

DATA: 16 à 21 de Maio (de segunda à sábado)

OBS: Ano passado não era necessário se inscrever e a entrada era franca, esse ano ainda não foi divulgado como será.

PRELETORES: 

Luiz Sayão
Ricardo Agreste
Wilson Porte
Heber Campos Junior
Jonas Madureira
Paulo Romeiro

LOCAL: Alameda São Boaventura 85, Fonseca 24120-191 Niterói

https://www.facebook.com/projeto.aguadavida (acompanhar página para divulgação de informações)


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CONFERÊNCIA ATOS 29

Site com as informações da Conferência do Atos 29: http://atos29conferencia.com/

Informações básicas sobre ela:

TEMA: LÍDERES SAUDÁVEIS, IGREJAS SAUDÁVEIS 

A igreja brasileira vivencia dias de confusão de fé, crise de liderança e desvios comportamentais que exigem uma firme intervenção. Há centenas de anos atrás, Agostinho de Hipona afirmava que a igreja é um hospital para pecadores, e em 2016 o que constatamos é que a Igreja precisa de cuidados urgentes. A Conferência Atos 29 Brasil deste ano concentra-se no tema "Líderes Saudáveis, Igrejas Saudáveis" como um chamado à centralidade do evangelho que precisa ser reafirmada e à inspiração para novas lideranças que precisam ser estabelecidas com claras bases éticas, o que, consequentemente, multiplicará comunidades saudáveis e frutíferas. Para isso nos voltamos para Tito, a carta pastoral escrita por Paulo que orienta uma seleção sólida dos líderes na igreja, medidas para promover uma vida comunitária saudável e a fundamentação do caráter restaurador da fé enraizada em Jesus. Serão três dias de exposição bíblica no Rio de Janeiro com pastores comprometidos com a pregação do evangelho nos mais variados contextos: Hernandes Dias Lopes, Jay Bauman, Jonas Madureira, Sérgio Queiroz, Zé Bruno, João Costa, Heber Campos Jr e nosso convidado internacional, Matt Chandler, presidente da Acts 29 Network e pastor de uma das igrejas mais crescentes nos EUA, The Village Church. Venha e participe da VII Conferência Atos 29 Brasil!

PRELETORES:

Matt Chandler
Hernandes Dias Lopes
Sergio Queiroz
Jay Bauman
Francisco Bendfeldt
Jonas Madureira
Heber Campos Junior
João Costa
Banda Resgate

PROGRAMAÇÃO:

18 de Maio | Quarta-feira
09:00 Credenciamento
10:00 Boas-vindas, Louvor e Adoração
10:30 O Líder como Servo Humilde [Tito 1.1, 3.2]
11:30 Intervalo
12:00 O Líder como Pregador [Tito 1.3]
13:00 Almoço
14:30 O Jovem Líder [Tito 2.6-8]
15:45 Intervalo
16:15 O Líder Fiel [Tito 1.10-16]
17:30 Louvor e Adoração
18:00 Encerramento
19 de Maio | Quinta-feira
09:00 Louvor e Adoração
09:30 O Líder e a Família [Tito 2.1-5]
10:30 Intervalo
11:00 Selecionando Líderes e Pastores [Tito 1.5-9]
12:00 O Líder Devotado à Missão [Tito 3.14]
13:00 Almoço
14:30 O Líder e a Disciplina na Igreja [Tito 3.9-11]
15:30 Intervalo
16:00 O Líder e a Pureza [Tito 2.11-14]
17:15 Louvor e Adoração
17:45 Participação Banda Resgate
20 de Maio | Sexta-feira
09:00 Louvor e Adoração
09:30 O Líder e a Autoridade [Tito 2.15-3.2]
10:30 Intervalo
11:00 O Líder Centrado no Evangelho [Tito 3.3-8]
12:10 Louvor e Adoração
12:30 Encerramento

PREÇOS:

R$220 até 15/04/2016
R$250 até 15/05/2016

 LOCAL

O2 Corporate & Offices
Av. Paisagista José Silva de Azevedo Neto, 200 Barra da Tijuca Rio de Janeiro RJ 22775-056 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ


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CONFERÊNCIA SINODAL GUANABARA 2016
TEMA: DISCIPULADO

QUANDO: 23 DE JULHO DE 2016

ONDE: IP MADUREIRA 
(Av. Ministro Edgar Romero, 234, Madureira)

PREÇO: R$ 30,00 [ 9h ÀS 18:30h]

PRELETORES:
Heber Campos Junior
Romer Cardoso dos Santos
Joel Theodoro da Fonseca Jr.
 
EVENTO:

INSCRIÇÃO:


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FIEL JUNTOS EM CRISTO 
 
TEMA: Edificando Igrejas Saudáveis
LOCAL: Windsor Hotel, centro do Rio de Janeiro (esquina da Av. Pres. Vargas c/ Av. Rio Branco)
QUANDO: 21 (sexta) e 22 (sábado) de outubro


PRELETORES:
Greg Gilbert
Jonas Madureira
Jonathan Leemann
Judiclay Santos
Leonardo Sahium
Mark Dever
Renato Vargens
Sillas Campos

INSCRIÇÃO:
Até maio de 2016: R$ 140,00
Junho a Julho de 2016: R$ 170,00
Agosto a outubro de 2016: R$ 190,00

FONTE: PERFIL PESSOAL (acessado em 14 ABR 2016) 


COMO SABER SE PERDOEI DE VERDADE? - por Drika Elizabeth Vasconcelos


FONTE:  PERFIL PESSOAL (Acessado em 14 ABR 2016).

 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

CRISE ECONÔNIMA E EDIÇÃO CROWDFUNDING, por Rodrigo Gurgel



Em plena crise política e econômica, as pequenas editoras que trabalham com financiamento coletivo (crowdfunding) mostram que é possível não só investir na contramão do momento desfavorável, mas principalmente na contramão da ideologia dominante.


Vejam quantos projetos estão abertos, esperando pela nossa adesão, pelo nosso apoio:
 
Márcio Scansani, Laerte Lucas Zanetti e André Assi Barreto, da Linotipo Digital, preparam a reedição do clássico de Régine Pernod, “Idade Média: O que não nos ensinaram”, com prefácio e notas do historiador Ricardo da Costa: http://kickante.com.br/…/pre-venda-idade-media-o-que-nao-no…

Rodrigo Simonsen, da Editora Simonsen, em seu quarto ou quinto sucesso — já perdi a conta —, agora oferece "Dissidente", do renomado intelectual Thomas Woods, membro sênior do Ludwig von Mises Institute, conhecido entre nós por seu "Como a Igreja Católica construiu o Ocidente?" — http://www.kickante.com.br/campanhas/dissidente

Luiz Cezar de Araujo e Daniel Fernandes lançaram a Arcadia Editora — e a primeira campanha é uma escolha fantástica: "O Elogio do Conservadorismo", reunião de ensaios do injustamente esquecido João Camilo de Oliveira Torres, com prefácio de Bruno Garschagen, autor do best-seller "Pare de acreditar no governo": http://arcadiaeditora.com.br/…/o-elogio-do-conservadorismo…/

— A Editora Concreta não poderia ficar de fora. Renan Martins Dos Santos prepara uma nova preciosidade: "A luz, o tempo e o movimento", de Roberto Grosseteste, bispo, cientista e filósofo que viveu entre os séculos XII e XIII. O lançamento faz parte da Coleção Escolástica, dirigida pelo professor Sidney Silveira, e tem prefácio do físico, professor da PUC-RJ, Raphael De Paola: https://editoraconcreta.com.br/…/roberto-grosseteste-a-luz…/


Ou seja, ninguém pode dizer que faltam boas opções de leitura. E, tenham certeza, no futuro, os historiadores sérios comemorarão esse movimento, a luta silenciosa desses jovens editores, como um renascimento cultural.

FONTE: Perfil Pessoal (Acessado em 14 ABR 2016)