domingo, 14 de dezembro de 2014

Resumo Cronológico da História das Testemunhas de Jeová

A origem das testemunhas de Jeová remonta ao movimento adventista do século 19, na América. Esse movimento começou com William Miller, um pregador batista leigo que, no ano 1816, começou a proclamar  que Cristo regressaria em 1843. As suas predições sobre a "Segunda Vinda" ou "Segunda Advento" prenderam a atenção de milhares de pessoas que pertenciam às igrejas batistas ou a outras igrejas principais. Mas eis que também essa data passou sem nada ocorrer.

As testemunhas de Jeová tem raízes que remontam aos adventistas, mas não costumam admitir isso às pessoas de fora; e muitas testemunhas não conhecem os detalhes. Elas estão habituadas a defenderem-se contra a acusação de que são uma nova seita religiosa. Frequentemente respondem que o seu grupo religioso é o mais antigo de todos, mais antigo que as igrejas católica e protestante.

De fato, o seu livro As testemunhas de Jeová no propósito divino afirma que "as testemunhas de Jeová tem uma história com quase 6000 anos de duração, que começa quando o primeiro homem, Adão, ainda estava vivo"; que Abel, filho de Adão, foi "a primeira de uma linha ininterrupta de testemunhas"; e que "os discípulos de Jesus também eram todos testemunhas de Jeová". Um argumento usado também pelos maçons e outros grupos que querem se legitimar pela antiguidade.

Podemos fazer um resumo cronológico da história das testemunhas de Jeová e seu crescimento no mundo, conforme a seguir:




sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Amor: Eu e o Outro

João 15.12 é um paradigma para a forma como devemos nos relacionar com o amor e como este é expresso para com o próximo:

Cristo doa-se pelos seus amigos em amor e os estimula a fazer o mesmo; inverte-se assim o quadro anterior de amor com base no ego em si ("amar os outros como a si mesmo") e acentua-se a necessidade de tomarmos as qualidades de outro, que nos é singular e desafiador ("amar como Cristo nos amou").

Assim, ou nossa expressão de amor, por nós e pelo próximo, é mediada pelo Cristo que se entregou por amor, ou seremos os mais desesperados e inconsequentes de todos, nos relacionamentos que travarmos, uma vez que nossa base será apenas aquilo que nos é próprio, rebelião contra todas as bases do amor desejado.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Disciplina na Comunidade Local


Pensamentos de comentário num post de amigo, que julgo serem pertinentes; críticas, sejam bem vindas:


Uma boa lembrança é que, no geral, (os líderes espirituais - pastores locais) estam mais para aconselhar, disciplinando em amor, que para para "colocar no banco"; é a reconciliação a Deus e sua comunidade local, em arrependimento, que desejam; "as densas trevas... e entregue a Satanás" somente para os rebeldes convictos que não aceitam o amor da comunidade local, povo de Deus, corpo de Cristo e templo do Espírito Santo.

No início até pensava assim também ("o que corrigi é a palavra de Amor, mas também a palavra rígida e franca", adaptado), mas ao ler Colossenses[ "Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou." (3.12); "O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam responder a cada um." (4.6);] percebi que a Palavra de Amor é rígida com a punição ao erro, mas acolhedora, englobando a pessoa corrigida e a direcionando à comunhão da comunidade e não ao exílio, ou afastamento - "O banco".

Digo, tem que haver correção, nos moldes de Mateus 18, segundo Cristo, mas esta é feita pensando sempre em como restaurar a comunhão do transgressor e nunca seu afastamento... este é o último caso, mesmo assim, se for constatado que o transgressor na realidade é um ímpio e rebelde convicto, e não quando percebemos, através das testificações do Espírito Santo, que estamos corrigindo um crente em Deus.

Ao rebelde, segundo Cristo em Mateus 25, somente o inferno, a segunda morte, mas aos crentes em Deus, amor, paciência, longanimidade, misericórdia e muita relativização - aqui uso o termo não pensando que A Verdade da Escritura deva ser posta de lado, mas que devemos nos por no papel do transgressor: tal como Adão, ele tá magoado e confuso, escondendo e acusando... até vir Deus, totalmente Santo, Justo, e também totalmente Misericordioso, Amoroso(!), e o acolhe com um chamado para sua presença e faz veste para sua nudez, ainda que o castigue expulsando do Éden, Ele se manifesta aos seus filhos e recebe o sacrifício, além de conceder mandamentos para contenção do pecado.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Orientações para meu passageiro sombrio


Creio que algumas figuras sejam tão emblemáticas que acabem nos estimulando deixar a inércia que tão bem nos acomodamos; assim foi com a "nova" série que assisto, DEXTER, em sua procura por si mesmo e o que o define, este personagem me fez perceber o quanto de mim não tenho conhecimento, por querer que tudo se encaixe em modelos que pré modelei para agradar.

Partindo da premissa que vale organizar o que se pensa e que a escrita é a melhor forma de sistematizar aquilo que saí de nossa boa, começo a postar neste blog, esporadicamente, aquilo que tem me saltado e mesmo incomodado.

Começo com a necessidade de que temos em deixar claro, como crente em Deus, que tecemos teologia, ou em melhor forma, construímos pensamentos sobre Deus e seu relacionamento conosco, e por isso devemos ser os melhores teólogos que pudermos e organizar nossas armas da melhor forma que conseguirmos, usando aquilo que outros são viveram e produziram para confrontar o que temos experimentado e escrito. Assim, este projeto de blog será apenas um registro do que eu mesmo venho estudando e percebendo, mesmo com as incoerências, que já consigo perceber, tentando deixar claro onde as coisas são inferências minhas e onde é consenso da comunidade dos remidos na história.

Até breve, e espero contar com comentários e indicações.

Na fé e oração, que sua vida seja dentro da caixa verdadeira, real.


domingo, 23 de novembro de 2014

Pressupostos Pessoais para o Cristão e as Bases da nossa fé

CRER: sem a fé é impossível aprender as verdades de Deus e vê-las transformar sua vida (1 Co 2.10-16);


PENSAR: A fé é racional, de modo que deve-se ter métodos de estudo, avaliação crítica das evidências e combinar os diversos ensinos como um todo;


DEPENDER: A dependência do Espírito Santo para a compreensão da Teologia é algo fundamental e obrigatório (Jo 16.12-15);


ADORAR: O estudo e o conhecimento cada vez mais profundo de Deus devem levar o estudante a uma posição de adoração a Deus por reconhecer cada vez mais que Deus é digno de tal adoração.

Bases da nossa fé:


- A nossa fé deve estar apoiada em Cristo como nosso SENHOR e Salvador pessoal: traduz-se em uma entrega total (Rm 1.17);


- A fé cristã inclui arrependimento: desviar-se do pecado e voltar-se para Deus, por meio de Cristo (At 17.30);


- Fé inclui novo nascimento (Jo 3.3-6);


- A fé inclui sincera dedicação pessoal e fidelidade Deus (Mt 22.37-40).